Campo de Solstício 2017





Programa


SEXTA FEIRA - 16 de Junho
Partida do Porto: encontro às 15.00 h em frente à estação do Metro da Trindade.
Montagem do Acampamento. Workshop de montagem de Tipis. Jantar e fogo de Conselho e Workshop de alfabeto druídico e rúnico

SÁBADO - 17 de Junho    
Visita ao Centro de Interpretação e ao castro de Monte Padrão.
Workshop de  plantas silvestres medicinais e comestíveis e sua utilização. Banhos na cascata da Fervença e rio Leça. Tiro com arco e flecha. Jantar e fogo do Conselho com cantos e estórias

DOMINGO - 18 de Junho
Workshop de sauna india. Pinturas faciais e corporais Workshop de introdução à Holística - Roda Medicinal Ameríndia e Totemismo. Workshop de introdução à espiritualidade animista e algumas técnicas holísticas (, poemas em losango, etc....)
Desmontagem do campo , troca de contactos e regresso ao Porto às 19.00 h

Inscrições : 8 a 15 de junho na nossa sede ou via email ou contacto telefónico
Rua dos caldeireiros nº 213 (  à Cordoaria  ) -Porto
223324001 /961449268 /

Taxa de participação : 20 solstícios (inclui viagens Porto - Santiago de Carreiraha – Porto), cedência de tendas , e outros equipamentos de campo e animação (bússolas, mapas, fichas técnicas, peq.camping-gás, algum material de cozinha e  pasta de primeiros-socorros , participação nos worshops e maior parte da  alimentação).

Lista de precisos individuais:
Mochila de campismo (de preferência c/ armação rígida), saco-cama e colchonete ,botas ou boas sapatilhas ou sapatos (fortes e leves para caminhar) , identificação pessoal, chapéu ou boné ,sandálias de banho ,2 mudas de roupa interior, prato/tigela e copo inquebráveis,colher e garfo pessoais, pequeno canivete, toalha e fato de banho, lanterna a pilhas, blusão ou camisolão de agasalho, poncho ou capa fina para chuva ,bloco de apontamentos e esferográfica , garrafa de àgua.


IMPORTANTE:
 NÃO TRAZER MAIS DO QUE O EQUIPAMENTO E MATERIAIS REFERIDOS PARA NÃO SOBRECARREGAR A PRÓPRIA MOCHILA
 NÃO TRAZER QUAISQUER PEÇAS DE ROUPA DE CÔR BERRANTE PARA NÃO SER PICADO POR VESPAS OU ABELHAS


FICHA DE INSCRIÇÃO Nº                        
 Campo de Solstício de Verão 2017, 16, 17 e 18 de Junho
Nome_________________________         Data de Nascim.____________
Telef.___________________Mail___________________

Morada:____________________________________________ Ocupação/profissão_____________________________________

AUTORIZAÇÃO DO ENCARREGADO DE EDUCAÇÃO (  no caso de jovens com c/idade inferior a 18 anos):

Tomei conhecimento do programa acima mencionado e autorizo . m./educand.  a participar.
(assinatura)______________________________________
nºC.C ou BI__________   telem.contacto____________

CUIDADOS  ESPECIAIS A TER COM  O EDUCANDO.:__________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________                ________
Porto, 8 de Junho de 2017




ESCOLA de AR LIVRE e AVENTURA
         
             Iniciativa da Terra Viva! / Terra Vivente  -  Associação de Ecologia Social

 Com o objetivo de promover ações/iniciativas de formação de animadores juvenis de actividades de ar livre e aventura surge esta iniciativa.

Com efeito, acreditando naquilo que diziam o ecologista Jacques Cousteau (“…a Humanidade necessita  espaços naturais e de aventura como do pão para a boca“… ) e Baden Powell, fundador do esco/u/tismo (“…precisamos mostrar aos jovens que por cima dos telhados dos cinemas há estrelas a brilhar”…), decidimos lançar esta iniciativa  de modo a transmitir métodos e conteúdos que permitam uma ligação mais profunda das pessoas, jovens e menos jovens, com os espaços naturais ainda existentes.

Técnicas como orientação  (leitura de cartas topográficas, utilização de bússolas, conhecimento de estrelas e constelações, utilização de pedómetros) ,  construção de tendas étnicas (tipis - tendas Índias e khotas - tendas dos Lapões,…) e abrigos naturais, improvisações com paus e fios (pioneirismo), conhecimento de plantas silvestres curativas e comestíveis, ultrapassagem de obstáculos naturais com cabos e cordas (rappel, tirolesa, nó prussic, etc.), reconhecimento e observação de animais selvagens (rastreamento, recolha de indícios, identificação), confeção de instrumentos primitivos (de pau, pedra, osso…), primeiros socorros naturais, ética sócio-ecológica,…  tudo isto abrangendo temas como sobrevivência e woodcraft (florestalismo), bem como cuidados de defesa e conservação das áreas naturais, permitirão a aquisição de conhecimentos práticos importantes.

A juntar a isto teremos a organização de jogos e actividades juvenis de ar livre ( caminhadas de descoberta, percursos sensoriais, sinais de pista, acantonamentos, acampamentos, jogos noturnos,  bem como aspetos mais institucionais para a devida execução destas atividade - Campos de Férias, locais urbanos e rurais,  parques de campismo, papel do IPDJ, etc.).                                                                                       

Para já convidamos as pessoas interessadas (num limite de 6 ) c/ +18 anos, a inscrever-se no n/:

 II Círculo (preliminar) de formação de animação juvenil de ar livre e aventura,
 Início em 20 de Maio (parte prática : acampamento de treino, sábado e domingo, 20 e 21/Maio em Valongo) e noite de terça 23/Maio, 20.30 -22.30 h. no Porto (parte teórica) inscrições de 08 a 18 de Maio na n/ sede
Taxa de inscrição 6,00 € - inclui transporte público Porto-Valongo-Porto e utilização de tendas e outro equipamento de ar livre da n/ associação (atribuição de atestados de participação).

Poderão continuar posteriormente esta formação através de:

a)-Continuação do II Círculo de formação animação juvenil de ar livre e aventura (Desenvolvimento),  10 e  11 / Junho, Campo em Valongo (Dinâmica de pequenos grupos, organização espacial de acantonamento, cozinha de campo, higiene, “fogo de conselho”, animação e canto,…) e terça 13/Junho, 20.30-23.00 h., no Porto, (parte teórica) apontamentos teóricos, bibliografia, avaliações finais (atribuição de atestados de participação).

 b)-Estágios práticos em equipa de animaçâo nas nossas atividades seguintes:

Campo de Solstício 2017, 15 A 18 Junho em Valinhas, Monte Córdova, Santo Tirso
Percurso pedestre: descoberta eco-social da trilha de Monte Córdova,2 de Julho (Domingo)  
Campo de férias juvenil “Aventura Verde” , 12 a 19 de Agosto, Viana do Castelo

Inscrição – nome:_________________________,Data nascim.: __/ __/ ____/; morada atual:______________________________; telef./telem.:______________; mail:____________­­­__________.
 nome completo _______________________________________Assinatura:_______________________

enviar para <terraviva@aeiou.pt>  ou entregar, entre as 16.30 e as 20.00  h., segundas, quartas  e sextas na n/ sede: Rua dos Caldeireiros,213 -4050 141 Porto (à Cordoaria).+ inform.s: 223324001, 961449268, 938896091





                                           ( o vídeo foi realizado pela FNAJ )


Participação da Associação Terra Viva ! A.E.S no 15º ENAJ















Algumas fotos do trilho de descoberta realizado no dia 9 de Abril no âmbito do Programa "Caminhar c' a Gente " , uma iniciativa da  Associação Terra Viva ! A.E.S.
O trilho foi realizado nas serras de Pias e Castiçal, Campo, Vinhas , alto do Castelo, Fundão, Cova da Orca , Couce e Valongo.


























Visita à Citânia de Sanfins de Ferreira - Paços de Ferreira








Estivemos no domingo, 19 de Março 2017 na Citânia de Sanfins de Ferreira. Viemos a pé da Feira do Cô, passando por Eiriz, Real, Redundo, Devesa do Abade e entrámos nas muralhas da Citânia através do Monte do Lavradio (vertente Leste da Citânia, junto à ruína balneário/sauna da Citânia). O domingo era soalheiro e a zona da Citânia estava com bastantes visitantes. Após merendarmos debaixo de um velho sobreiro, observámos melhor o local: o núcleo familiar que havia sido várias vezes reconstruído nos anos 80 e 90, tinha ardido há cerca de 2 anos e estava destruído; aqui e além, nalguns casos no centro das ruínas das casas castrejas, o terreno estava queimado, como se tivessem feito queimadas por todo o lado; havia lixo espalhado por vários locais e de papeleiras ou locais onde os visitantes pudessem deixar os restos das merendas, nem sinais; os outrora existentes paineis explicativos sobre a importância arqueológica daquele local, desaparecidos; o antigo café que funcionou durante vários anos, junto ao parque de estacionamento, onde também se distribuía informação aos visitantes sobre os mais de dois milénios de história deste local, fechado, abandonado; a estátua do guerreiro castrejo, uma réplica que durante vários anos existiu no local (o original está mais abaixo no Museu da Citânia de Sanfins de Ferreira) substituído por um boneco recortado em chapa de madeira...
Alguns de nós conhecemos este local há mais de 10 anos, quando a Câmara Municipal de Paços de Ferreira, tinha o cuidado de o manter com alguma defesa e dignidade, sobretudo graças ao trabalho das pessoas que ali se ocupavam da sua manutenção.
Agora, é a autêntica BALDA - ainda que por pessoas da vizinhança soubéssemos que os responsáveis (?...) pela edilidade se queixem de "falta de dinheiro"... Que diabo, Paços de Ferreira é conhecida como a capital do Norte da indústria mobiliária! Não há naquela edilidade e entre as várias associações populares locais quem possa despoletar campanha pela dignificação deste local?...
E a Universidade do Porto e o seu Curso de Arqueologia nada têm a dizer sobre isto?...
Recomendamos a visita ao Museu arqueológico da Citânia de Sanfins de Ferreira, como local importante de encontro com um espólio histórico e proto-histórico importante… Mas, cerca de 2Kms mais acima situa-se a Citânia. E mesmo se faltam os painéis indicativos do local, não é assim tão difícil lá chegar. A sua visita põe-nos em contacto com as nossas raízes culturais celtibéricas e castrejas.

NÃO AO ABANDONO E DESTRUIÇÃO DA CITÂNIA DE SANFINS DE FERREIRA!
Programa “Caminhar c’a Gente” – TERRA VIVA! Assoc. Ecologia Social - PORTO






Pedestrianismo de descoberta :
Descoberta da Citânia de Sanfins de Ferreira






TRILHA DE DESCOBERTA  a realizar no próximo dia 26 de Fevereiro (Domingo)








ALMARAZ - notícia do JN em 28 de Janeiro de 1990...
A notícia / reportagem do JN é de há 27 anos...Entretanto em que é que
a situação se alterou (para pior) ?
 Leiam o artigo na página TEXTOS do Blog
Com as saudações antinuclearistas da TERRA VIVA! A.E.S.




                 COM TRUMP E ALMARAZ - TRINTA ANOS PARA TRÁS…

Há primeira vista que tem a ver o caporal Trump com Almaraz, perto da fronteira portuguesa, com a sua central nuclear obsoleta e o plano de construção de um centro de recuperação de resíduos nucleares? Há primeira vista, para quem esteja desprevenido, decerto, nada… Mas realmente  tem!  Mais que não fosse como sinal dos tempos actuais, sinal de que os do “oh tempo volta p´ra trás”, todos eles estão aí de novo (realmente nunca deixaram de estar…), dos racistas e militaristas mais empedernidos aos nuclearistas e anti-ecologistas mais cegos (pelo poder fascinante do dinheiro, do capital, afinal do PODER, sobre o planeta Terra e sobre a maioria da Humanidade).  Tempos de alguma confusão, não admira pois, que algumas gentes desejosas de pescar  em poluídas águas turvas venham de novo a terreiro…
O facto de a “recuperação” ou “reciclagem” dos resíduos nucleares das várias centrais nucleares pela Europa e pelo mundo fora, nada ter de “pacífico” (mas haverá nuclear “pacífico”?...) e ter como objectivo principal o fabrico de PLUTÓNIO  para as ogivas das bombas atómicas dos vários exércitos que adoptam esse tipo de armamento, pode-nos dar uma pequena ideia da ligação entre os interesses nuclearistas e armamentistas à escala mundial. Os resíduos nucleares uma vez transformados em plutónio constituem assim uma autêntica mina de ouro para os promotores da indústria nuclear, que naturalmente fornecerão os governos mais agressivos militarmente. Não são úteis é a causa da Paz e da Liberdade dos povos!...
E isto para além de cada central nuclear (em Espanha, no resto da Europa e no mundo) constituir por si só um perigo latente para as populações - lembremos THREE MILES ISLANDS, nos EUA-1979, CHERNOBIL , na Ucrânia-1986, TOKAIMURA, no Japão-1999, entre tantos outros…
Em Portugal, nos anos 80, por pressão das populações, de activistas libertári@s e anti nucleares (nos quais a Terra Viva se incluiu!) e da comunidade científica, a “opção nuclear” do “PEN” (Plano Energético Nacional), através do qual o/s governo/s de então pretendiam a construção de pelo menos 3 centrais nucleares em Portugal) foi rejeitada. Entretanto até meados dos anos 90, o perigo de o governo espanhol pretender construir um depósito de resíduos nucleares em Aldeadávila, às portas do Douro, mobilizou as populações e o movimento anti-nuclear dos dois lados da fronteira e o projecto foi suspenso.   Agora, de novo ALMARAZ …como há cerca de 30 anos , mas pior – pois além do funcionamento da central nuclear existente, já para além do prazo previsto, ainda se adiciona o projecto da central de recuperação de lixo nuclear.
Num momento em que a administração Trump move uma guerra suicida (suicida para a Humanidade, se calhar para ele não…) contra tudo quanto toca à mais básica defesa ambiental, desde as medidas para travar as alterações climáticas planetárias, à contaminante continuação da exploração petrolífera em grande escala, pondo assim em causa a própria preservação da espécie humana (para além de todo o desprezo demonstrado pelos mais elementares “Direitos Humanos”), a permanência e o desenvolvimento da indústria nuclear aqui ao lado, em Almaraz, ou no resto do mundo, embandeira em arco com as tendências belicistas e ecocidas do “führer” Trump do outro lado do Atlântico.
Com efeito já não é possível, ao contrário do que defendem alguns “amigos do ambiente”, separar as ameaças que pairam ao nível local como ao global sobre o planeta e a sua população, da gula das grandes empresas e dos seus gestores, do CAPITAL internacional e dos chefetes ao seu  serviço nos vários Estados, que encaram o planeta como uma vulgar “fonte de recursos económicos” (dele$) e a humanidade como fonte de recursos humanos e de mão de obra barata (também dele$).
Razão tinham os índios norte-americanos quando diziam:  “Quando o último rio secar, quando o último peixe e o último animal se forem, dareis conta que não se pode comer dinheiro”…
E é por isso que hoje, como há trinta ou quarenta anos atrás, A RESISTENCIA DOS POVOS, aqui e no mundo inteiro está na ordem do dia, das novas às mais antigas gerações de activistas.
O planeta Terra e a humanidade, na sua maravilhosa diversidade, são belas demais para que alguns chalados se permitam destruí-las.
Os Trumps e outros “trampas” , os Almarazes e o CAPITALISMO -a “coisa” mais anti-ecológica que há - NÃO PASSARÃO!
A RESISTÊNCIA dos Povos do mundo está na ordem do dia! ACTIVÊMO-NOS!
De novo: “MAIS VALE HOJE ACTIV@S QUE AMANHÃ RADIOCTIV@S!”.

Grupo  de Trabalho INTERVENÇÂO SOCIAL da
TERRAVIVA!/Terra Vivente – Associação de Ecologia Social

Porto, 3 de Fevereiro 2017

A MISÉRiA AINDA MATA NA ZONA HISTÓRICA DO PORTO

O caso do “Toni”: Janeiro de 2017 Antero Pina, conhecido como “Toni”, cabo-verdiano de 71 anos, ex-mineiro no Pejão e na Panasqueira, sem-abrigo (a não ser precário), andava desaparecido desde o princípio do ano, dos locais habituais onde parava. Albergado temporariamente numa dependência da Terra Viva (associação de ecologia social ) na rua da Vitória, de que tinha a chave e onde tinha uma cama, roupa e um pequeno fogão camping-gás, esperava agora que alguns problemas se resolvessem, nomeadamente o seu possível acesso a uma pensão de reforma (já que tinha trabalhado em Portugal desde 1973)e a possível instalação num quarto de uma pensão na proximidade – já que o seu estado de saúde já não lhe permitia grandes caminhadas. Ultimamente só conseguia andar com a ajuda de uma “canadiana”.
Quando no início de janeiro tentámos falar com ele na Terra Viva, já que tínhamos recebido a informação da técnica da instituição que também o apoiava (SAOM) de que finalmente tinham conseguido arranjar-lhe um quarto numa pensão, percebemos que já há alguns dias não dormia no sítio habitual e resolvemos lançar um apelo num folheto que distribuímos para que nos pudessem informar do seu paradeiro. Também contactámos na altura as urgências dos hospitais do Porto mas não havia registada qualquer entrada em seu nome. Tínhamos conseguido obter-lhe o passaporte no Consulado de Cabo-Verde no Porto, tínhamos guardado o original para que não o perdesse e tínhamos-lhe passado uma fotocópia do mesmo, além de termos contactado com Cabo-Verde para que lhe enviassem um atestado de registo criminal ( o que conseguimos) sem o qual ele não poderia ter acesso aqui a medidas de apoio social a que teria direito.
Depois de várias tentativas para o encontrar, finalmente veio a má notícia: o Antero fora entretanto encontrado caído na rua, desacordado, ferido na cabeça, e levado para a urgência do Hospital de Santo António, faleceria alguns dias depois… Como não tinha consigo na altura qualquer identificação, não nos deram qualquer informação quando lá a tentámos obter…
Inicialmente abrigado num edifício vazio na Rua dos Caldeireiros de onde acabaria por ser despejado pelo proprietário, o Antero durante dois anos andou a deambular por aí, chegando a ter sido albergado numa pensão na Rua 31 de Janeiro – de onde foi mandado embora por ter tentado cozinhar no quarto – e não chegou a ir para a pensão do Carregal (que tinha sido contactada por nós e pelo SAOM ) porque lá “não admitiam a entrada a pretos”(…!) facto que denunciámos publicamente na altura. Neste caso a MISÉRIA teve também os nomes de RACISMO a somar ao da usual BUROCRACIA institucional…

18 de Março 2016 : O caso do Manuel Coelho, antigo mineiro nas lousas em Valongo, um dos cerca de 40 “sem-abrigo” que em 2010 tinham ocupado o então abandonado e semi-arruinado “Mercado do Anjo” (onde é agora o centro comercial dos Clérigos) tinha regressado há pouco de Espanha por onde tinha tentado arranjar algum trabalho. Não o tendo conseguido, voltou ao Porto e em meados de Janeiro de 2016 abrigou-se inicialmente com outros amigos numa antiga “ilha” da Rua dos Caldeireiros, de onde acabou por sair para uma casa abandonada perto do jardim da Cordoaria. Uma noite de Março, ao passar  pelo centro comercial dos Clérigos teve uma discussão com um dos seguranças da “Líder” que o atacou violentamente. Em resultado disto foi parar à urgência do Hospital de Santo António onde veio a morrer das pancadas que recebera na cabeça…